sábado, 6 de agosto de 2011
Novo Acordo Ortográfico - Douglas Tufano.
Orientações básicas para quem quer escrever corretamente, sem se preocupar com conceitos gramaticais.
Douglas Tufano
No Brasil, o novo Acordo Ortográfico foi aprovado pelo Decreto Legislativo nº 54, de 18 de abril de 1995, e deve entrar em vigor a partir de janeiro de 2009. Assinaram o Acordo: Portugal, Brasil, Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Timor Leste. O Acordo é meramente ortográfico; portanto, restringe-se à língua escrita, não modificando a pronúncia de nenhuma palavra.
1. Foram oficialmente introduzidas no alfabeto as letras K, W, Y. O nosso alfabeto agora tem 26 letras: ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ.
2. O trema ( ¨ ) foi abolido. Ex.:
Como era: agüentar, argüir, bilíngüe, seqüestro, tranqüilo.
Como fica: aguentar, arguir, bilíngue, sequestro, tranquilo.
* Continua em palavras estrangeiras e suas derivadas: Müller, mülleriano.
3. Palavras que terminam em óia, óias, éia, éias, óio, éio não são mais acentuadas. Ex.:
Como era: jóia, jóias, idéia, idéias, jibóia, platéia, apóia, apóio, estréia, estréio.
Como fica: joia, joias, ideia, ideias, jiboia, plateia, apoia, apoio, estreia, estreio.
4. Palavras que têm o grupo éi ou ói no meio não são mais acentuadas. Ex.:
Como era: heróico, paranóico, debilóide, asteróide, protéico.
Como fica: heroico, paranoico, debiloide, asteroide, proteico.
* Palavras que terminam em éis ou ói(s) continuam com acento: papéis, herói, heróis.
* Como se vê em 3 e 4, caiu o acento das paroxítonas nas quais a base da sílaba tônica são os ditongos abertos ói, éi. Mas o acento continua quando se trata de palavras oxítonas ou monossílabos tônicos: herói, dói, sóis etc.
5. As palavras feiúra, baiúca e bocaiúva perderam o acento. Agora se escrevem: feiura, baiuca, bocaiuva.
* Portanto, caiu o acento da vogal tônica U somente quando ela é precedida de ditongo. Por isso, palavras como saúde, alaúde etc continuam com acento.
6. Palavras que terminam em êem ou ôo(s) não são mais acentuadas. Ex.:
Como era: abençôo, dêem (verbo dar), crêem (verbo crer), lêem (verbo ler), vêem (verbo ver), vôo, vôos, zôo.
Como fica: abençoo, deem, creem, leem, veem, voo, voos, zoo.
7. Caiu o acento das seguintes palavras: pêlo, pêlos, pólo, pólos, pêra, pára.
Agora devemos escrever: pelo, pelos, polo, polos, pera, para.
8. O acento circunflexo na palavra fôrma é opcional, isto é, pode ou não ser usado. Às vezes, é bom usar para evitar confusão. Veja como ele é útil nesta frase: Não sei qual é a forma da fôrma do bolo.
9. Caiu o acento agudo (´) no U de três formas dos verbos arguir e redarguir.
Como era: (tu) argúis, (ele) argúi, (eles) argúem, (tu) redargúis, (ele) redargúi, (eles) redargúem.
Como fica: (tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem, (tu) redarguis, (ele) redargui, (eles) redarguem.
* Atenção: a pronúncia continua a mesma.
10. Uso do hífen nas palavras com prefixos (anti, super, inter, semi, ultra etc.).
• Sempre se usa o hífen diante de palavra começada por H. Ex.: anti-higiênico, super-homem, sobre-humano.
• Usa-se o hífen se o prefixo terminar com a mesma letra com que se inicia a outra palavra. Ex: micro-ondas, anti-inflacionário, sub-bibliotecário, inter-regional.
• Não se usa o hífen se o prefixo terminar com letra diferente daquela com que se inicia a outra palavra. Ex.: autoescola, antiaéreo, intermunicipal, supersônico, superinteressante.
Observações:
Se o prefixo terminar por vogal e a outra palavra começar por R ou S, dobram-se essas letras. Ex.: minissaia, antirracismo, ultrassom, semirreta.
O prefixo co junta-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por O. Ex.: coobrigação, coordenar, cooperar, cooptar.
Sempre se usa o hífen com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, vice. Ex.: ex-aluno, sem-terra, além-mar, aquém-mar, recém-casado, pós-graduação, pré-vestibular, pró-europeu, vice-rei.
Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra começada por R. Exemplo: sub-região, sub-reitor, sub-regional etc.
Com os prefixos pre e re não se usa o hífen, mesmo diante de palavras começadas por E. Exemplo: preexistente, preelaborar, reescrever, reedição etc.
11. Não se usa o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição, como girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista etc.
12. Para clareza gráfica, se no final da linha a partição de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte. Exemplos:
Na cidade, disseram- O diretor foi receber o vice-
-me que ele foi viajar. -prefeito.
* Observação importante: Alguns casos do uso do hífen ainda não estão totalmente esclarecidos, pois o texto oficial do acordo nem sempre é muito claro ou preciso. Para resolver definitivamente todas as dúvidas, será preciso esperar pelo VOLP (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa), de responsabilidade da Academia Brasileira de Letras, cuja publicação está prevista para março de 2009. O VOLP é uma lista de palavras com a ortografia considerada final. No site da Academia Brasileira (www.academia.org.br) pode haver mais informações.
Douglas Tufano
No Brasil, o novo Acordo Ortográfico foi aprovado pelo Decreto Legislativo nº 54, de 18 de abril de 1995, e deve entrar em vigor a partir de janeiro de 2009. Assinaram o Acordo: Portugal, Brasil, Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Timor Leste. O Acordo é meramente ortográfico; portanto, restringe-se à língua escrita, não modificando a pronúncia de nenhuma palavra.
1. Foram oficialmente introduzidas no alfabeto as letras K, W, Y. O nosso alfabeto agora tem 26 letras: ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ.
2. O trema ( ¨ ) foi abolido. Ex.:
Como era: agüentar, argüir, bilíngüe, seqüestro, tranqüilo.
Como fica: aguentar, arguir, bilíngue, sequestro, tranquilo.
* Continua em palavras estrangeiras e suas derivadas: Müller, mülleriano.
3. Palavras que terminam em óia, óias, éia, éias, óio, éio não são mais acentuadas. Ex.:
Como era: jóia, jóias, idéia, idéias, jibóia, platéia, apóia, apóio, estréia, estréio.
Como fica: joia, joias, ideia, ideias, jiboia, plateia, apoia, apoio, estreia, estreio.
4. Palavras que têm o grupo éi ou ói no meio não são mais acentuadas. Ex.:
Como era: heróico, paranóico, debilóide, asteróide, protéico.
Como fica: heroico, paranoico, debiloide, asteroide, proteico.
* Palavras que terminam em éis ou ói(s) continuam com acento: papéis, herói, heróis.
* Como se vê em 3 e 4, caiu o acento das paroxítonas nas quais a base da sílaba tônica são os ditongos abertos ói, éi. Mas o acento continua quando se trata de palavras oxítonas ou monossílabos tônicos: herói, dói, sóis etc.
5. As palavras feiúra, baiúca e bocaiúva perderam o acento. Agora se escrevem: feiura, baiuca, bocaiuva.
* Portanto, caiu o acento da vogal tônica U somente quando ela é precedida de ditongo. Por isso, palavras como saúde, alaúde etc continuam com acento.
6. Palavras que terminam em êem ou ôo(s) não são mais acentuadas. Ex.:
Como era: abençôo, dêem (verbo dar), crêem (verbo crer), lêem (verbo ler), vêem (verbo ver), vôo, vôos, zôo.
Como fica: abençoo, deem, creem, leem, veem, voo, voos, zoo.
7. Caiu o acento das seguintes palavras: pêlo, pêlos, pólo, pólos, pêra, pára.
Agora devemos escrever: pelo, pelos, polo, polos, pera, para.
8. O acento circunflexo na palavra fôrma é opcional, isto é, pode ou não ser usado. Às vezes, é bom usar para evitar confusão. Veja como ele é útil nesta frase: Não sei qual é a forma da fôrma do bolo.
9. Caiu o acento agudo (´) no U de três formas dos verbos arguir e redarguir.
Como era: (tu) argúis, (ele) argúi, (eles) argúem, (tu) redargúis, (ele) redargúi, (eles) redargúem.
Como fica: (tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem, (tu) redarguis, (ele) redargui, (eles) redarguem.
* Atenção: a pronúncia continua a mesma.
10. Uso do hífen nas palavras com prefixos (anti, super, inter, semi, ultra etc.).
• Sempre se usa o hífen diante de palavra começada por H. Ex.: anti-higiênico, super-homem, sobre-humano.
• Usa-se o hífen se o prefixo terminar com a mesma letra com que se inicia a outra palavra. Ex: micro-ondas, anti-inflacionário, sub-bibliotecário, inter-regional.
• Não se usa o hífen se o prefixo terminar com letra diferente daquela com que se inicia a outra palavra. Ex.: autoescola, antiaéreo, intermunicipal, supersônico, superinteressante.
Observações:
Se o prefixo terminar por vogal e a outra palavra começar por R ou S, dobram-se essas letras. Ex.: minissaia, antirracismo, ultrassom, semirreta.
O prefixo co junta-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por O. Ex.: coobrigação, coordenar, cooperar, cooptar.
Sempre se usa o hífen com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, vice. Ex.: ex-aluno, sem-terra, além-mar, aquém-mar, recém-casado, pós-graduação, pré-vestibular, pró-europeu, vice-rei.
Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra começada por R. Exemplo: sub-região, sub-reitor, sub-regional etc.
Com os prefixos pre e re não se usa o hífen, mesmo diante de palavras começadas por E. Exemplo: preexistente, preelaborar, reescrever, reedição etc.
11. Não se usa o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição, como girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista etc.
12. Para clareza gráfica, se no final da linha a partição de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte. Exemplos:
Na cidade, disseram- O diretor foi receber o vice-
-me que ele foi viajar. -prefeito.
* Observação importante: Alguns casos do uso do hífen ainda não estão totalmente esclarecidos, pois o texto oficial do acordo nem sempre é muito claro ou preciso. Para resolver definitivamente todas as dúvidas, será preciso esperar pelo VOLP (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa), de responsabilidade da Academia Brasileira de Letras, cuja publicação está prevista para março de 2009. O VOLP é uma lista de palavras com a ortografia considerada final. No site da Academia Brasileira (www.academia.org.br) pode haver mais informações.
Sequência Didática: Cultura Afro
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS.
Curso de Extensão Educação para as Relações Etnicorraciais – UFMS/SECAD e UAB
Cursista:
Joanir Soares da Silva
Tutor(a): Daisy Ribas Emerich
Sequência Didática:
Tema: Influências culturais da África.
Público - alvo: Estudantes do Ensino Fundamental Series Iniciais e Finais, 3º , 4º, 5º e 6º Anos.
Número aulas: oito aulas = 6 h 40.
Objetivos:
Conhecer e vivenciar produções culturais brasileiras com influências africanas.
Conteúdos:
-Heranças culturais africanas e brasileiras.
- Música, dança e brincadeiras.
Metodologia:
Pesquisas na internet utilizando a Sala de Tecnologia da escola, pesquisas em Livros, revistas, observações de imagens assistindo vídeo, ouvir CDs com músicas africanas e afro-brasileiras, visualização de instrumentos musicais, observação de mapas para localização do continente.
Estratégias didáticas:
Desenvolvimento, descrição do passo a passo:
1ª etapa
Duração: duas aulas =1h 40
Data: 04/11/2010.
Local: Escola Municipal Tancredo Neves – 1º Sala de Vídeo, 2º Sala de Aula.
Material necessário: vídeos, e Cds.
Apresentar músicas brasileiras de ritmos de origem africana (como o samba e o maracatu) e conversar com as crianças sobre elas: já conhecem? Se parecem com algo que já ouviram? Gostam ou não? Por quê? Explicar que essas músicas têm origem em um continente chamado África, separado do Brasil pelo oceano Atlântico. Para comparar, escutar com o grupo outra música (uma canção tradicional afro-brasileira). Pedir que a turma que faça um relatório do que assistiu e ouviu, como foi sua compreensão. Pedir ainda, que a turma pesquise em livros, fotos e outros registros, outras danças e costumes destes povos.Colocar as músicas africanas para eles ouvirem, e jogar capoeira.
2ª etapa
Duração: duas aulas = 1h 40
Data: 08/11/2010
Local: Escola Municipal Tancredo Neves – Sala de leitura;
Material necessário: livros, caderno, lápis.
Forme grupos e sugira que cada um aprofunde a pesquisa em um dos temas levantados. Explique que o objetivo é obter mais informações sobre costumes dos povos africanos como: comidas, religião, danças, musicas, e que cada grupo deve mergulhar em um assunto específico, procurando mais informações nos livros da cultura africana. Peça ainda que reflitam: quais das práticas levantadas também acontecem no Brasil? De que jeito? Como forma de registro, proponha a criação de um painel coletivo para reunir as informações, garantindo que possam ser consultadas por todos sempre que necessário.
3ª etapa
Duração: duas aulas = 1h 40
Data: 11/11/2010
Local: Escola Municipal Tancredo Neves – Sala de tecnologia;
Material necessário: computador;
Levar para a sala de tecnologia para pesquisar instrumentos musicais de origem africana, como agogô, caxixi e alfaia. Apresentar também coreografias de danças africanas, como o jongo, para que a turma possa praticar - o uso de DVDs de referência com os principais passos é um bom recurso didático. Lembrar-se de que essa etapa, que deve durar alguns dias, exige que você se prepare previamente para conhecer as músicas e danças.
4ª etapa
Duração: duas aulas = 1h 40
Data:18/11/2010
Local: Escola Municipal Tancredo Neves - Sala de aula:
Material: Papel para cartazes, pincel, recortes, outros;
Explorar os materiais trazidos em uma roda de conversa. Focar a discussão nos costumes dos grupos que serão estudados: vestimentas, alimentos, música, dança, brincadeiras, religião, localização geográfica, etc. Mostrar o globo terrestre para que se aproximem da ideia do que é um continente ou país, e sua localização, após todas as observações montar o painel com o material adquirido com as pesquisas realizadas.
Avaliação:
Para avaliar o aprendizado dos procedimentos de música e dança, observe o desempenho da turma ao longo das atividades, prestando atenção especialmente na evolução, na parte rítmica. Para verificar conteúdos conceituais (como é a África, onde se localiza etc.), avalie a participação da classe nas rodas de conversa e na construção do painel coletivo, procurando perceber se cada criança levanta hipóteses, ouve a contribuição dos outros e registra no mural suas descobertas.
Referencial Bibliográfico:
AMARAL, Sharyse Piroupo do.
História do Negro no Brasil / Sharyse Piroupo do Amaral. – Brasília: Ministério da
Educação. Secretária de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade; Salvador:
Centro de Estudos Afro Orientais, 2009.
109 p. : il.
Brandão,Ana Paula.Coordenadora do projeto, Saberes e fazeres,v.1:modos de ver-Rio de Janeiro:Fundação Roberto Marinho,2006,116p.:Il. Color .-(A cor da Cultura).
Brandão,Ana Paula.Coordenadora do projeto, Saberes e fazeres,v.2:modos de sentir-Rio de Janeiro:Fundação Roberto Marinho,2006, 76p.:Il. Color.- (A cor da Cultura)
Lopes,Nei.História e Cultura africana e afro-brasileira.São Paulo: Barsa Planeta,2008.-Biblioteca Barsa.ISBN 978-85-7518-430-1.
WWW.acordacultura.org.br
Curso de Extensão Educação para as Relações Etnicorraciais – UFMS/SECAD e UAB
Cursista:
Joanir Soares da Silva
Tutor(a): Daisy Ribas Emerich
Sequência Didática:
Tema: Influências culturais da África.
Público - alvo: Estudantes do Ensino Fundamental Series Iniciais e Finais, 3º , 4º, 5º e 6º Anos.
Número aulas: oito aulas = 6 h 40.
Objetivos:
Conhecer e vivenciar produções culturais brasileiras com influências africanas.
Conteúdos:
-Heranças culturais africanas e brasileiras.
- Música, dança e brincadeiras.
Metodologia:
Pesquisas na internet utilizando a Sala de Tecnologia da escola, pesquisas em Livros, revistas, observações de imagens assistindo vídeo, ouvir CDs com músicas africanas e afro-brasileiras, visualização de instrumentos musicais, observação de mapas para localização do continente.
Estratégias didáticas:
Desenvolvimento, descrição do passo a passo:
1ª etapa
Duração: duas aulas =1h 40
Data: 04/11/2010.
Local: Escola Municipal Tancredo Neves – 1º Sala de Vídeo, 2º Sala de Aula.
Material necessário: vídeos, e Cds.
Apresentar músicas brasileiras de ritmos de origem africana (como o samba e o maracatu) e conversar com as crianças sobre elas: já conhecem? Se parecem com algo que já ouviram? Gostam ou não? Por quê? Explicar que essas músicas têm origem em um continente chamado África, separado do Brasil pelo oceano Atlântico. Para comparar, escutar com o grupo outra música (uma canção tradicional afro-brasileira). Pedir que a turma que faça um relatório do que assistiu e ouviu, como foi sua compreensão. Pedir ainda, que a turma pesquise em livros, fotos e outros registros, outras danças e costumes destes povos.Colocar as músicas africanas para eles ouvirem, e jogar capoeira.
2ª etapa
Duração: duas aulas = 1h 40
Data: 08/11/2010
Local: Escola Municipal Tancredo Neves – Sala de leitura;
Material necessário: livros, caderno, lápis.
Forme grupos e sugira que cada um aprofunde a pesquisa em um dos temas levantados. Explique que o objetivo é obter mais informações sobre costumes dos povos africanos como: comidas, religião, danças, musicas, e que cada grupo deve mergulhar em um assunto específico, procurando mais informações nos livros da cultura africana. Peça ainda que reflitam: quais das práticas levantadas também acontecem no Brasil? De que jeito? Como forma de registro, proponha a criação de um painel coletivo para reunir as informações, garantindo que possam ser consultadas por todos sempre que necessário.
3ª etapa
Duração: duas aulas = 1h 40
Data: 11/11/2010
Local: Escola Municipal Tancredo Neves – Sala de tecnologia;
Material necessário: computador;
Levar para a sala de tecnologia para pesquisar instrumentos musicais de origem africana, como agogô, caxixi e alfaia. Apresentar também coreografias de danças africanas, como o jongo, para que a turma possa praticar - o uso de DVDs de referência com os principais passos é um bom recurso didático. Lembrar-se de que essa etapa, que deve durar alguns dias, exige que você se prepare previamente para conhecer as músicas e danças.
4ª etapa
Duração: duas aulas = 1h 40
Data:18/11/2010
Local: Escola Municipal Tancredo Neves - Sala de aula:
Material: Papel para cartazes, pincel, recortes, outros;
Explorar os materiais trazidos em uma roda de conversa. Focar a discussão nos costumes dos grupos que serão estudados: vestimentas, alimentos, música, dança, brincadeiras, religião, localização geográfica, etc. Mostrar o globo terrestre para que se aproximem da ideia do que é um continente ou país, e sua localização, após todas as observações montar o painel com o material adquirido com as pesquisas realizadas.
Avaliação:
Para avaliar o aprendizado dos procedimentos de música e dança, observe o desempenho da turma ao longo das atividades, prestando atenção especialmente na evolução, na parte rítmica. Para verificar conteúdos conceituais (como é a África, onde se localiza etc.), avalie a participação da classe nas rodas de conversa e na construção do painel coletivo, procurando perceber se cada criança levanta hipóteses, ouve a contribuição dos outros e registra no mural suas descobertas.
Referencial Bibliográfico:
AMARAL, Sharyse Piroupo do.
História do Negro no Brasil / Sharyse Piroupo do Amaral. – Brasília: Ministério da
Educação. Secretária de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade; Salvador:
Centro de Estudos Afro Orientais, 2009.
109 p. : il.
Brandão,Ana Paula.Coordenadora do projeto, Saberes e fazeres,v.1:modos de ver-Rio de Janeiro:Fundação Roberto Marinho,2006,116p.:Il. Color .-(A cor da Cultura).
Brandão,Ana Paula.Coordenadora do projeto, Saberes e fazeres,v.2:modos de sentir-Rio de Janeiro:Fundação Roberto Marinho,2006, 76p.:Il. Color.- (A cor da Cultura)
Lopes,Nei.História e Cultura africana e afro-brasileira.São Paulo: Barsa Planeta,2008.-Biblioteca Barsa.ISBN 978-85-7518-430-1.
WWW.acordacultura.org.br
Atividade Suplementar
Atividade suplementar para o Ensino Médio
Interpretação textual
Superação
A vida é difícil para todos nós. Saber disso nos ajuda porque nos poupa da autopiedade. Ter pena de si é uma viagem que não leva a lugar nenhum. A autopiedade para se justificada, nos toma um tempo enorme na construção de argumentos e motivos para nos entristecermos com uma coisa absolutamente natural: nossas dificuldades.
Não vale a pena perder tempo se queixando dos obstáculos que têm de ser superados para sobreviver e para crescer. É melhor ter penas dos outros e tentar ajudar os que estão perto de você e precisam de uma mão amiga, de um sorriso de encorajamento, de um abraço de conforto. Use sempre suas melhores qualidades para resolver problemas que são: capacidade de amar, de tolerar e de rir.
Muitas pessoas vivem a se queixar de suas condições desfavoráveis, culpando as circunstâncias por suas dificuldades ou fracassos. As pessoas que se dão bem no mundo são aquelas que saem em busca de condições favoráveis e não as encontram se esforçam por criá-las. Enquanto você acreditar que a vida é um jogo de sorte vai perder sempre A questão não é receber boas cartas, mas usar bem as que lhe foram dadas.
Dr. Luiz Alberto Py
Atividades
Faça um “X” na opção solicitada:
01) Segundo o texto, evitamos autopiedade quando:
a) Aprendemos a nos comportar na sociedade.
b) Nos dispomos a ajudar os outros.
c) Passamos a ignorar o sofrimento.
d) Percebemos que não somos os únicos a sofrer.
e) Buscamos o apoio adequado.
02)Para o autor o mais importante para a pessoa é:
a) Perceber o que ocorre à sua volta.
b) Ter pena das pessoas que sofrem.
c) Buscar o conforto numa filosofia ou religião.
d) Esforçar-se para vencer as dificuldades.
e) Estar ciente de que, quando menos se espera, surgem as dificuldades.
03)A autopiedade, segundo o autor:
a) É uma doença. b) É um problema psicológico.
c)Destrói a pessoa. d) Não pode ser evitada.
e)Não conduz a nada.
04)A vida é comparada a um jogo em que a pessoa:
a) Precisa de sorte. b) Deve saber jogar.
c)Fica desorientada. d)Geralmente perde.
e)Não pode fazer o que quer.
05)A superação das dificuldades da vida leva:
a) à paz b) à felicidade c) ao equilíbrio
d) ao crescimento e) à autoestima.
06) Os sentimentos que levam à superação das dificuldades são:
a) fé, tolerância, abnegação (desprendimento) b) amor , desapego, tolerância
c) caridade, sensibilidade, otimismo d) fé, tolerância, bom humor
e) amor, tolerância e alegria
07)Para o autor:
a) Não podemos vencer as dificuldades.
b) só temos dificuldades por causa de nossas imprevidências.
c) não podemos fugir das dificuldades.
d) devemos amar as dificuldades.
e) devemos procurar as dificuldades.
08) Faça um breve comentário sobre o texto. (Utilize cinco linhas ou mais)
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Bom Estudo!
Interpretação textual
Superação
A vida é difícil para todos nós. Saber disso nos ajuda porque nos poupa da autopiedade. Ter pena de si é uma viagem que não leva a lugar nenhum. A autopiedade para se justificada, nos toma um tempo enorme na construção de argumentos e motivos para nos entristecermos com uma coisa absolutamente natural: nossas dificuldades.
Não vale a pena perder tempo se queixando dos obstáculos que têm de ser superados para sobreviver e para crescer. É melhor ter penas dos outros e tentar ajudar os que estão perto de você e precisam de uma mão amiga, de um sorriso de encorajamento, de um abraço de conforto. Use sempre suas melhores qualidades para resolver problemas que são: capacidade de amar, de tolerar e de rir.
Muitas pessoas vivem a se queixar de suas condições desfavoráveis, culpando as circunstâncias por suas dificuldades ou fracassos. As pessoas que se dão bem no mundo são aquelas que saem em busca de condições favoráveis e não as encontram se esforçam por criá-las. Enquanto você acreditar que a vida é um jogo de sorte vai perder sempre A questão não é receber boas cartas, mas usar bem as que lhe foram dadas.
Dr. Luiz Alberto Py
Atividades
Faça um “X” na opção solicitada:
01) Segundo o texto, evitamos autopiedade quando:
a) Aprendemos a nos comportar na sociedade.
b) Nos dispomos a ajudar os outros.
c) Passamos a ignorar o sofrimento.
d) Percebemos que não somos os únicos a sofrer.
e) Buscamos o apoio adequado.
02)Para o autor o mais importante para a pessoa é:
a) Perceber o que ocorre à sua volta.
b) Ter pena das pessoas que sofrem.
c) Buscar o conforto numa filosofia ou religião.
d) Esforçar-se para vencer as dificuldades.
e) Estar ciente de que, quando menos se espera, surgem as dificuldades.
03)A autopiedade, segundo o autor:
a) É uma doença. b) É um problema psicológico.
c)Destrói a pessoa. d) Não pode ser evitada.
e)Não conduz a nada.
04)A vida é comparada a um jogo em que a pessoa:
a) Precisa de sorte. b) Deve saber jogar.
c)Fica desorientada. d)Geralmente perde.
e)Não pode fazer o que quer.
05)A superação das dificuldades da vida leva:
a) à paz b) à felicidade c) ao equilíbrio
d) ao crescimento e) à autoestima.
06) Os sentimentos que levam à superação das dificuldades são:
a) fé, tolerância, abnegação (desprendimento) b) amor , desapego, tolerância
c) caridade, sensibilidade, otimismo d) fé, tolerância, bom humor
e) amor, tolerância e alegria
07)Para o autor:
a) Não podemos vencer as dificuldades.
b) só temos dificuldades por causa de nossas imprevidências.
c) não podemos fugir das dificuldades.
d) devemos amar as dificuldades.
e) devemos procurar as dificuldades.
08) Faça um breve comentário sobre o texto. (Utilize cinco linhas ou mais)
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Bom Estudo!
Assinar:
Postagens (Atom)


